Fazer discípulos é oferecer um modelo para ser imitado. Formar-se-ão autênticos discípulos quando se lhes oferecerem autênticos modelos para que os imitem. A imitação de Cristo, e portanto a imitação desses discípulos, parece ter sido a maneira neotestamentária de formar os seguidores de Cristo (1Co 4.16; 11.1; Hb 13.7). O modelo, porém, continua sendo um.
Não devemos encarar o discipulado como uma técnica para garantir o desenvolvimento saudável de uma comunhão de cristãos e nem como um programa que assegure o triunfo na vida cristã, por mais importantes que estes fatores sejam. Devemos ter bem clara em nossas mentes e corações de que seguir Jesus é um privilégio e um compromisso.
Seu sofrimento vicário foi o exemplo que nos legou (1Pe 2.21). Nossa vida de discipulado está enquadrada nessa dimensão. Não existem subterfúgios para isso.
O Senhor que te resgatou continuará contigo nessa caminhada. Creia somente. Que Deus te abençoe ricamente.

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